terça-feira, 19 de agosto de 2008

A maior experiência da vida

Impossível não me lembrar dos muitos detalhes do dia em que te vi pela primeira vez.
Esse dia está gravado na minha memória, na minha pele e alma.
O coração se alegra quando me vejo pensando no dia em que te vi pela primeira vez.
Um sorriso de paz e serenidade logo aparece quando me lembro de você, da sua chegada, do dia em que nossos olhos se encontraram pela primeira vez.
Que dia especial!
Ver você e ter você nos meus braços, assim, tão linda e frágil, tão minha, tão pura, tão maravilhosamente perfeita, me deixou em paz.
O meu colo naquele momento seria o seu primeiro contato com o amor que eu havia guardado para você.
Setembro chegou e me trouxe você.
O meu colo sempre estará aqui para te proteger.
Lembra do dia em que você estava ansiosa para receber o resultado do concurso de redação do colégio e me pediu para torcer por você?
E eu te disse:
- Minha filha o papai sempre irá torcer por você!
Seja qual for o resultado, e naquele dia a sua redação foi a terceira mais votada, e seja lá qual for o seu sonho, o papai sempre irá torcer por você.
No mesmo dia em que sua redação ficou em terceiro lugar, você, junto com o seu par, ficaram em segundo lugar na escolha do casal caipira da festa junina, mas, não existe premiação maior para qualquer pai desse mundo do que o sorriso da sua filha querida (mesmo que sem os dois dentinhos de cima).
Naquele dia você experimentou a sensação de vencer, no dia em que eu te vi pela primeira vez e te peguei no colo, o vencedor fui eu, eu ganhei o maior prêmio da minha vida.
A maior experiência da vida foi você minha amada, incrível e super poderosa filha.
Obrigado por me fazer viver e sentir a mais espetacular, brilhante, fascinante e inigualável experiência de ser PAI.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

352 passos + 17

Da soleira da porta do meu apartamento até a porta da biblioteca são 352 passos (considerando o transporte de elevador do terceiro andar até o térreo).

Sim eu fiz isso.

Aproveitei que estava passeando com o Bob (o cãozinho que mora aqui em casa e com certeza tem parentesco com o Marley, o destrambelhado cão do livro Marley e Eu, pois ele tem alguns parafusos a menos também).

Sobre o Bob:
Se fosse escrever um livro sobre a convivência com o Bob, qual seria o título?
Bob e eu?
Minha mãe e Bob?
Bob, minha mãe, meu sobrinho, minha filha, minha irmã e eu?
Bob, que não é o cantor e o cachorro Marley, e nós?
Um cachorro chamado Bob e seu dono chamado Mário? (Que Bob?)
Bob, o bobo?
Bobo, o Mário?
Minha filha e Bob?

Sobre a biblioteca:
Quem tem a felicidade de possuir um tesouro tão perto de casa.
Da porta de casa até minha cama são mais 17 passos, ou seja, eu durmo a 369 passos de uma biblioteca.
Faz tempo que não passo por lá, mas sinto que chegou a hora de fitar várias e várias prateleiras até encontrar o próximo livro para ler.

Sobre os passos:
Acho que vou continuar com essa maluquice de contar passos... até a padaria, a farmácia, o barzinho, o hospício ou a clínica psiquiátrica mais próxima!!!

Sobre você:
E você?
Quantos passos te levam até um lugar especial?
Você tem algum Bob na vida? (não na cabeça.)

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Eu desisto.

É irritante a forma como os brasileiros são tratados pela Ferrari. Depois da quebra do motor do carro do Massa a três voltas do final decidi que não vejo mais Fórmula 1. Também desisto de assistir ou ouvir os jogos do cavalo paraguaio chamado Flamengo.
Ah, desisti também de ler A Conspiração Franciscana. Outro dia eu tento de novo.
Selecione, copie e cole em algum editor de texto. Altere o tipo da fonte e leia...
Obrigado pela paciência.