Muitas vezes meu nome vem acompanhado da pergunta: que Mário? Porém, eu pergunto agora: que armário? Muitos guardam suas lembranças em algum baú. As minhas estão dentro do Meu arMário. Lembranças e histórias penduradas nos cabides, fatos e retratos em alguma gaveta. Inventei moda: criei um Blog para escrever tudo que está guardado ou bagunçado no Meu arMário. Uma roupa para cada ocasião, uma opinião, uma idéia ou lembrança para escrever e compartilhar com você.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Revista ou catálogo?
Ou eu só tenho olhos para os livros?
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
O menino do pijama listrado
O melhor a se fazer é não buscar ter idéia sobre a história do livro, apesar das prováveis deduções que se tem a partir da leitura de um dos comentários no verso e um detalhe, uma palavra, escrita na orelha do livro, que podem te trazer à mente noções sobre o que Bruno tem a dizer. Mesmo assim não é interessante ou ideal que se diga qualquer coisa sobre o livro. (Apesar de a língua coçar, pois a história é simplesmente fantástica, arrebatadora e formidável).sábado, 11 de outubro de 2008
A Cabana
Um livro muito bom! Uma história incrível que narra um encontro inusitado e sensacional. Quando questionado por uma amiga se o livro não seria classificado como auto-ajuda, ponderei que não. Pode ser que haja a interpretação sobre a real classificação do livro se levarmos em consideração que existem mensagens significativas que nos orientam e nos fazem refletir sobre nossas atitudes e conflitos. Das inúmeras lições que A cabana traz, uma delas me chamou muita atenção, talvez por ser um exercício de tamanha nobreza e extremamente difícil de pôr em prática: o poder do perdão. Acredito que vocês vão gostar.sexta-feira, 3 de outubro de 2008
As Memórias do Livro

Após o início lento e por que não desanimador (vale a pena insistir), a história deslancha e aí sim a leitura te prende até o final, porém, mais pela curiosidade e pelas informações interessantes do que pela narrativa. Confesso que esperava mais do livro. O método de voltar ao passado em épocas distintas e retornar ao presente após algumas páginas é sempre interessante. Culturalmente falando o livro te apresenta muitas informações curiosas dentre elas a coexistência pacífica entre judeus, cristãos e muçulmanos no século XIV, algo que parece, nos tempos atuais, improvável e muito distante de se repetir. Quantas guerras e mortes em nome de Deus ocorreram na história da humanidade? Quantos não foram os perseguidos?
Volto em breve com "A Cabana".
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
O Livro ou o Filme?

Considero sempre que o livro é insubstituível! A sétima arte retrata a síntese do romance, mas os detalhes, os ricos detalhes da obra, esses, somente no livro.
Assisti ao filme ontem e o livro, li há alguns anos; e a história de Florentino Ariza e Fermina Daza, é imortal, inesquecível e marcante. Só tenho a dizer para vocês que leiam o livro e também assistam ao filme! Existem diferenças entre o amor do homem e o da mulher. Em "O Amor nos Tempos do Cólera", Garbriel Garcia Márquez, narra de forma brilhante os dois lados de um romance que está longe de ser considerado água com açúcar. Por quantas décadas o amor sobrevive?
LEMBRANÇA...
Estava na avenida W3 em Brasília, Asa Sul, dentro do ônibus indo para algum lugar (de fato não me lembro bem), como também não tenho idéia do ano, mas era a década de 1990, estava claro e o sol brilhava. Estava em pé e vi meus avós maternos caminhando de braços dados, cabeças branquinhas, andarem com passos miúdos e cautelosos. Um ajudava o outro. Companheiros que chegariam a completar mais de 60 anos de união. Um casal lindo. A imagem não me sai da cabeça. Lembro que abri um sorriso nada discreto e tive vontade de chamar a atenção das pessoas próximas para ver uma cena que me encantou e acredito que também tenha tocado o coração dos observadores mais atentos. Acredito que os dois, meu avô Lívio e minha avó Vera, chamaram a atenção sim, pois posso não me lembrar do ano, mas sei o dia e a data, e por isso sei que os apaixonados foram tocados pela linda cena protagonizada por dois velhinhos, sob o céu azul de Brasília, era 12 de junho, dia dos namorados.