
Considero sempre que o livro é insubstituível! A sétima arte retrata a síntese do romance, mas os detalhes, os ricos detalhes da obra, esses, somente no livro.
Assisti ao filme ontem e o livro, li há alguns anos; e a história de Florentino Ariza e Fermina Daza, é imortal, inesquecível e marcante. Só tenho a dizer para vocês que leiam o livro e também assistam ao filme! Existem diferenças entre o amor do homem e o da mulher. Em "O Amor nos Tempos do Cólera", Garbriel Garcia Márquez, narra de forma brilhante os dois lados de um romance que está longe de ser considerado água com açúcar. Por quantas décadas o amor sobrevive?
LEMBRANÇA...
Estava na avenida W3 em Brasília, Asa Sul, dentro do ônibus indo para algum lugar (de fato não me lembro bem), como também não tenho idéia do ano, mas era a década de 1990, estava claro e o sol brilhava. Estava em pé e vi meus avós maternos caminhando de braços dados, cabeças branquinhas, andarem com passos miúdos e cautelosos. Um ajudava o outro. Companheiros que chegariam a completar mais de 60 anos de união. Um casal lindo. A imagem não me sai da cabeça. Lembro que abri um sorriso nada discreto e tive vontade de chamar a atenção das pessoas próximas para ver uma cena que me encantou e acredito que também tenha tocado o coração dos observadores mais atentos. Acredito que os dois, meu avô Lívio e minha avó Vera, chamaram a atenção sim, pois posso não me lembrar do ano, mas sei o dia e a data, e por isso sei que os apaixonados foram tocados pela linda cena protagonizada por dois velhinhos, sob o céu azul de Brasília, era 12 de junho, dia dos namorados.
Um comentário:
Tenho a impressão que o MM não sabe qual é o mês dos namorados! Parece que li outubro ao invés de junho!!! Ou eu li errado mesmo?!?
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