Pude comprovar no dia 21 de abril, aniversário da Capital, que qualquer lugar para o brasileiro, em especial o brasiliense, é uma lixeira.O importante é se livrar do lixo da maneira mais fácil que existe: jogar no chão, pela janela, dentro do trem, na plataforma, na esplanada, nos ministérios, na grama, na calçada.
Qualquer lugar abaixo do céu de Brasília, no dia do seu aniversário de 48 anos, era uma convidativa lixeira. Garrafas, latas e papel. Selvageria. Festa, desordem e a imensa falta de educação que parece não ter fim.
O pior é que antes falávamos da piadinha de que o povinho que há no Brasil era o suficiente para se contrapor às catástrofes que existem em outros países.
Mas agora aqui também tem terremoto e ondas grandes assustam e causam ferimento em passageiros de uma embarcação no Rio de Janeiro.
Sejamos otimistas: teremos algumas catástrofes sim, mas nosso povinho será promovido à nação educada e civilizada. Coisa de primeiro mundo.
O problema é que temos prédios que desabam sem a terra tremer, não é Sérgio Naya?



