segunda-feira, 30 de junho de 2008

Tudo pelo esporte.

A primeira vez que levei meus enteados a um jogo de futebol no Mané Garrincha disse a eles que lá dentro, durante o jogo, eles podiam falar palavrão. Lembro que os dois sorriram e se falaram algum eu não lembro, mas eu devo ter gritado alguns e em especial o clássico que manda lembranças a senhora mãe do juiz. Hoje (domingo 29/06) ao assistir ao jogo de handball do meu sobrinho na final do campeonato, quase realizei o habitual ritual que está em qualquer cartilha do torcedor boca suja, mas sabe como é, havia muitas crianças, aquele clima família, dois times de tradicionais escolas católicas de Brasília, aqueles juízes filhos da mãe, a derrota por um gol, uns pais mais chatos do que a gente, um pentelho imitando o Romário mandando a torcida calar a boca quando fez gol, outro fazendo cera, aqueles juízes filhos da mãe de novo e as coitadinhas em casa sem saber de nada. Mas valeu! Meu sobrinho tem talento e os juízes são uns filhos da mãe mesmo. Não pensem que estou falando mal dos árbitros por que o time do meu sobrinho perdeu, mas os caras fizeram vista grossa em alguns lances. Não vou deixar de comentar sobre os méritos dos meninos do Marista que souberam aproveitar mais os ataques enquanto os meninos do Santo Antônio em muitos lances mostraram impaciência ao tentarem o gol sem trabalhar melhor as jogadas. Parabéns aos atletas!
Dentre as inúmeras atividades que meu falecido pai desempenhou, uma delas foi a de ser árbitro de vôlei. Estava pensando quantas vezes minha avó Wanda foi lembrada em algumas partidas. Uma vez no Ginásio Cláudio Coutinho, fui assistir com minha mãe a uma partida de vôlei de algum campeonato brasileiro, universitário ou estudantil, o mesmo ginásio que hoje está caindo aos pedaços, tamanho o descaso dos juízes, digo, dos governantes que demonstram a real consideração dispensada ao esporte em Brasília. Ao serem apresentados para a torcida, o trio de arbitragem, todos de branco, uma chuva de vaias ecoava pelo estádio e, contra todos os berros, os meus esganiçados gritos pedindo para que parassem de vaiar aquele sujeito que dava um passo à frente e erguia o braço para saldar um bando de mal educados, solicitando que não fizessem aquilo, afinal, tratava-se do meu pai e minha avó estava lá no Rio de Janeiro e não estava ouvindo nada. Na verdade a minha atitude foi, além de espontânea, engraçada, e não havia como não estar conformado com uma reação que parece ter nascido com os primeiros primatas quando algum macaco filho da mãe resolveu bancar o juiz no primeiro campeonato entre os primatas que comiam mais bananas ou catavam mais piolhos. Os esportes e suas regras, as torcidas e suas reações. Cada macaco no seu galho. O papel das torcidas é torcer por algum time e tripudiar os árbitros que já entram em campo derrotados e sem torcida. Eu fiz a minha torcida particular para o meu pai, mas o juiz não ganha nada, além do pagamento, xingamentos e vaias. Quem mandou escolher uma profissão assim! Quem mandou sermos tão mal educados.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Essa é boa. Na falta de assunto...

Empresa vende fralda para pássaros de estimação
Fonte: G1

Produto é oferecido na internet em 14 tamanhos e mais de 10 cores diferentes.
Uma empresa americana está vendendo fraldas para pássaros de estimação, para poder permitir que eles voem livremente pela casa sem perigo de sujar o ambiente.
"Como você sabe, os pássaros defecam em média a cada 20 minutos, e, dependendo do tamanho do pássaro, isso pode ser uma experiência bastante suja", afirma o site diapersforbirds.com, da Jungle Wear, onde o produto é comercializado.
Cada fralda custa entre US$ 20 e US$ 28 (entre de R$ 33 e R$ 46). Segundo o site, a fralda foi "cuidadosamente feita com conforto em mente" e não restringe o movimento dos pássaros.
A empresa comercializa 14 tamanhos diferentes de fralda em mais de 10 cores diferentes, para todos os tipos de pássaros, inclusive patos. A maioria dos produtos é feita sob medida para papagaios.
Além dos tamanhos, a empresa se dispõe a confeccionar fraldas sob medida para outros tipos de pássaros de estimação. A empresa também oferece fraldas personalizadas, com as iniciais dos pássaros bordadas neles.
Um vídeo no site da empresa instrui como colocar a fralda em pássaros mais agitados.


Assisti ao vídeo e fiquei imaginando se nós seres humanos fossemos fazer o número 2 a cada 20 minutos.
Quantas fraldas e papel higiênico seriam consumidos pela humanidade???? Teríamos que fazer escala para o banheiro em casa e no trabalho.
Pensando bem acho que nossas vidas seriam transferidas para os banheiros.
Os assentos dos cinemas e dos meios de transporte seriam vasos sanitários...
Desculpem a falta de assunto e as bobagens comentadas, mas hoje é sexta-feira. Hoje pode.
Observação: todos nós conhecemos alguém que faz alguma bobagem ou várias durante a vida. Vou observar se fazem a cada 20 minutos.
Chega! É melhor puxar a descarga...

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Já para a livraria.

Ganhei de presente da minha querida amiga Marisa. Uma bela obra. Um excelente presente. Um ótimo livro. Meus personagens e companheiros dos últimos dias, suas vidas e histórias me deixaram fascinado e de queixo caído. O amor move a humanidade, inspira histórias brilhantes e transforma o destino de cada um. O amor dita as regras em a Sombra do Vento. O passado e o presente se fundem em cenários comuns na tumultuada Espanha durante a Guerra Civil Espanhola e a 2ª Guerra Mundial. Mas as guerras não fazem parte da história em si. São somente pano de fundo que ilustram os tempos sombrios e turbulentos descritos no romance. Os maiores conflitos não são as guerras e sim os sentimentos inerentes a alma humana: amor e ódio. Uma belíssima história com personagens misteriosos, heróicos, irreverentes e incrivelmente reais. Personagens que sentirei saudades. Mais um livro que está entre os melhores que li.

Dicas para acordar cedo

Como acordar cedo e não sentir sono:

1 - Quem souber me fale...

2 - Obrigado.

3 - Bom dia.

sábado, 21 de junho de 2008

Já tive um jornal

Minha mente funciona buscando traduzir em palavras o que meus olhos captam e o que minha memória me permite lembrar. Algumas cenas que se desenrolam a minha volta são sistematicamente convertidas em frases. Busco me distrair tentando ordenar palavras para transformar a vida que me cerca em frases. O curioso é que desde que me aventurei a escrever no blog, minha percepção para as coisas em minha volta tornaram-se literárias, talvez poéticas. Letras e mais letras, palavras, frases e idéias para escrever. Sou pescador de lembranças e observador de paisagens, pessoas, gestos e momentos. Sempre me pergunto: como descrever essa cena e esses gestos?, e aí me vejo redigindo mentalmente o que me convém. Muitas histórias e narrativas se perdem no caminho, algumas se materializam e chegam até aqui.

Foi assim, garimpando a mente que veio a lembrança de que um dia eu tive um jornal.
Foram duas edições.
Tiragem: 72 exemplares por edição.
Tive a idéia e a fiz existir.
O nome do jornal: O Sapãozinho. (não me pergunte de onde tirei essa idéia).
A vergonha de falar sobre isso e sobre um nome tão....... anfíbio: até agora nenhuma. (pelo menos enquanto essa postagem estiver na condição de rascunho).

Tive a ajuda de mais três amigos, mas a arte, a diagramação, os textos, a montagem da página feita em papel A4 que recebia artesanalmente as colagens na frente e no verso para depois tirarmos cópia na loja de produtos gráficos do pai do Alexandre, eram feitas por mim. Para fazer uma média, o espaço publicitário destinado ao nosso patrocinador era generoso. Talvez pela falta de assunto e de idéias. Lembro que havia horóscopo e para todos os signos a recomendação dos astros para o leitor adquirir as próximas edições de O Sapãozinho. (Essa foi idéia do Betinho.)
A distribuição inicial era gratuita, mas um dia iríamos cobrar. Só que o pulo do sapo não seria tão grandioso como achávamos. O Sapãozinho morreu ainda girino.
Aprendi que não devemos usar o espaço de um jornal para rasgar elogios a alguém. Na segunda edição resolvi partir em defesa do porteiro do prédio que agradava a molecada, mas desafiava os demais moradores.
Quando o porteiro foi demitido arrancou todos os tacos da residência do zelador. Saiu pela "porta dos fundos" e me deixou com um sorriso amarelo. Tive que engolir o sapo. Deixei que o Correio Braziliense seguisse sua trajetória sem problemas com a concorrência na Capital.
O que um porteiro não é capaz de fazer.
Se bem que anos depois aqui em Brasília, teve um caseiro que derrubou até ministro.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Tim tim

E agora?
Imagine um casal comemorando alguma data especial em um restaurante.
Brindam e bebem moderadamente uma ou duas taças de vinho.
Depois do jantar e sobremesa seguem para um motel de táxi, pois não podem dirigir.
Nenhum pode se dar ao luxo de ficar doze meses sem a CNH e desembolsar uma multa generosa.
Depois voltam para casa e o carro dorme na rua.
No dia seguinte mais um táxi ou ônibus para o resgate da arma estacionada.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Cheiro de paçoca

Bem que procurei pela imagem da paçoca que minha avó comprava para mim, mas não encontrei. Produtos da década de 70 e 80 fora de produção nem o Google acha.
Porém, a paçoca que eu gotava era quadradinha assim mesmo. Demorei muito para aceitar as de outro formato, aquelas cilíndricas que hoje em dia são mais comuns.
Iguais as que minha avó Vera me dava até hoje não achei nehuma com gosto parecido. O cheiro de paçoca me faz lembrar da vovó. Cheiro de mercearia também. Era em uma mercearia que ela comprava a paçoca que quase nunca eu a comia inteira. Eu poderia ter todo cuidado do mundo para abrir a embalagem, o esforço me permitia ter nas mãos até dois pedaços, mas a maioria das vezes ela se desmanchava toda. Os pedaços maiores eram pinçados com os dedos e o quase pó de paçoca que sobrava era cuidadosamente despejado na minha boca com ajuda da embalagem. Doce lembrança!
Mais doce ainda era a minha avó Vera.
Não porque ela adorava um docinho, mas porque seu coração e alma eram de chocolate e algodão doce.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Acabou-se a cortesia

Não pensem que sou um viciado em trabalho só por que vou fazer um comentário sobre o que vi mais uma vez dentro do metrô.
Encarem o relato como o de um usuário do sistema, o que não deixa de ser verdade.
Existem assentos preferenciais reservados aos portadores de necessidades especiais, chamados PNE, idosos, gestantes e usuários com crianças de colo dentro dos trens e nos bancos das estações.
Em se tratando de Brasil não preciso nem falar que a regra não é muito respeitada.
Um dia desses presenciei uma cena em que a cortesia foi ignorada.
Uma senhora estava em um dos assentos ao lado de um cara que não tinha 40 anos.
Novo embarque: entra outra senhora um pouco mais velha e de imediato adivinha quem cedeu o lugar?
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O bonitão ficou lá sentadinho na dele como se a regra correta, na dança das cadeiras, fosse: quem senta primeiro ganha.

Meus parabéns aos cavalheiros que um dia existiram.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Vale à pena assinar

Podem falar que na televisão brasileira nada se cria tudo se copia.
Só que existe uma coisa que os brasileiros sabem fazer muito bem: melhorar a idéia dos outros.
Tenho acompanhado o programa desde a estréia e é por isso que não consigo ir para cama cedo na segunda-feira. Os caras são bons e inteligentes.
Vale à pena acessar o link abaixo e assinar o protesto para que a mosquinha do CQC invada o Congresso Nacional e incomode bastante os nossos políticos que só trabalham em Brasília de terça a quinta-feira com a desculpa de que precisam visitar suas bases políticas.
Que visitem as bases quando estiverem de férias.
Que trabalhem de segunda a sexta como todos os que neles votaram.
Que acabem com as verbas indenizatórias.
Que recebam o que é justo, ou seja, pelo que produzem.
Que cortem os gastos abusivos, o luxo desnecessário, as passagens aéreas e os apartamentos funcionais.
Que acabem com a imunidade parlamentar e com os recessos.

Vamos controlar o ponto dos congressistas, quem chega atrasado, quem falta e quem sai mais cedo. Custe o Que Custar.


segunda-feira, 9 de junho de 2008

Coronelismo acima da lei.

Deu no Fantástico.

Um grupo de balonistas profissionais alguns já com os cabelos grisalhos entre eles coronéis da PM e até um brigadeiro reformados que fazem parte da Sociedade Amigos do Balão desafiam a Lei afirmando ser ela inibidora da arte, do folclore e da cultura.
Reformados deveriam ser os conceitos de pessoas de que se esperam ao menos o exemplo de civismo e ordem.
A questão vai muito além de qualquer lei. Vai muito além de um grupo de senhores que ainda brincam com fogo mesmo sabendo que quem faz isso molha a cama. Porém, essa brincadeira pode matar não eles, mas outros tantos.
Parece que os tempos passaram e as mentes sequer evoluíram ou quem sabe, regrediram.
As conseqüências que um balão ao cair, que pode ser em qualquer lugar, causa, são notórias e não precisa haver lei ou a irresponsável afirmação em cadeia nacional de que para um grupo a lei é ilegal.
Basta se ter o mínimo de consciência moral, pois, existem regras que são passadas de geração a geração, que não estão escritas em lugar nenhum, mas se espera que todos as cumpram, como por exemplo, comer de boca fechada, respeitar os mais velhos, estudar, fazer o dever de casa, não furar fila etc. Um lugar que todos conhecem muito bem e tenho certeza que o grupo dos senhores balonistas também: esse lugar se chama berço.
E esse grupo quer se respaldar em uma suposta ilegalidade quando a moralidade está em jogo?
Diga-se da passagem que se trata de um grupo que se enquadra na turma do você-sabe-com-quem-está-falando.
E esse grupo se mostra não como o dono da razão, mas sim, o sinônimo dela.
O sinônimo do comigo ninguém pode.
A idelização do absurdo disfarçado de arte, cultura e folclore.
Desde quando algo imoral é arte? Cultura? Folclore?
Pena que os senhores de cabelos grisalhos se divertem com os balões cheios e não com seus netos soltando pipas.
Talvez tenham murchado para outros prazeres.

sábado, 7 de junho de 2008

Leia agora!

Vá até a livraria mais próxima, à biblioteca, ou recorra a alguém que tenha o livro, peça emprestado e leia imediatamente!
O que eu li é emprestado, então não posso passar adiante, tenho que devolver, pois já deve ter fila de espera.
Jovem de 19 anos recebe mensagens enigmáticas e segue seus instintos para entender o que está acontecendo e quem está por trás dessa intrigante história.

Aos 19 anos eu tirei minha carteira de motorista. Passei no vestibular e estava sem emprego. Aliás, deixei de trabalhar para estudar. Trabalhava desde os 14 e saí meses antes de completar 19.

A história do mensageiro é incrível. Uma grande idéia que nos faz refletir sobre pequenas coisas que podemos fazer para os outros e transformar o dia ou até o futuro de pessoas que nem conhecemos e também dos que nos cercam.

Sobre o agradecimento que fiz aos colegas do trabalho que foi veiculado na intranet (rede interna da Cia) publicado aí em baixo (Depois do susto a recompensa), pude sentir que um gesto simples pode transformar, mesmo que por um dia, a vida de muitas pessoas.
Recebi telefonemas, esbarrei com alguns colegas no corredor, ouvi comentários sobre a história e fui parabenizado pela iniciativa.
Mas, o mais importante foi o efeito que algumas linhas provocaram naqueles que se identificaram com a história, que são muitos e merecem sim os elogios.

Leiam o livro, pois, para mim, ele está entre os melhores que li.

Sobre o personagem, o Ed, ele é daqueles que a gente não esquece. Lembrei muito da Liesel Meminger, a roubadora de livros, aliás, ambos são criações do mesmo autor: Markus Zusak.

O que você está esperando?
Vá atrás do Ed.
Ele tem muito e lhe dizer.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Depois do susto a recompensa.

Quando percebi se tratava de mais um caso de auxílio público. Qualquer solicitação por parte de um cidadão que necessita de ajuda e recorre aos empregados do Metrô de Brasília. Podem ser por problemas de saúde, furto ou roubo. Mesmo não estando nas dependências do Metrô existe sempre a possibilidade de atendimento.
Meu enteado havia sido roubado nas proximidades da estação 114 sul, na sexta-feira, dia 30 de maio de 2008, por volta das 13h20min. Procurou ajuda na própria estação. Por sorte quem o havia roubado acessou o sistema. Os três jovens que roubaram o celular e o Ipod embarcaram no trem que seguiria para Ceilândia, cidade satélite de Brasília situada a 26 km do Plano Piloto. Com a descrição das características dos dois garotos e da menina a informação foi passada à frente, para as demais estações para que os jovens fossem identificados e abordados. Alguns minutos de espera e apreensão. Pelo rádio ouvimos a confirmação que os três haviam sido abordados com os objetos roubados na Estação Praça do Relógio, em Taguatinga, a aproximadamente 15 km de onde estávamos. O empenho e profissionalismo dos empregados do Metrô que trabalharam para reaver os objetos e o êxito no desfecho da ocorrência mostraram que eles fizeram a diferença.

A diferença construída a partir de um pedido de ajuda de alguém que havia sido roubado, que vivia a angústia da perda, a frustração e a impotência do desamparo, encontrou apoio em um grupo de pessoas que realizaram um excelente trabalho.

Em momentos como esse qualquer cidadão que vivencia a justiça se desenrolar a sua frente por intermédio de outros cidadãos comuns que exercem o seu trabalho de forma dinâmica, ágil e prestativa, se sente recompensado e grato.

O dever solidário do trabalhador brasileiro existe e acredito que não por imposição, mas por empatia, caráter e solidariedade. Como cidadão que acompanhou todo o desenrolar dos fatos me senti grato e extremamente satisfeito, agora como empregado do Metrô, senti muito orgulho, pois o esforço e competência dos colegas fizeram toda a diferença.

Fizeram acreditar que sempre haverá alguém ou um grupo de pessoas dispostos a fazer do seu trabalho um belo exemplo de cidadania. Aos envolvidos na ocorrência, desde os que contribuíram com uma simples informação, aos que participaram pelos contatos telefônicos, aos que abordaram, revistaram e até perseguiram uns dos jovens que tentou fugir e foi capturado, meu sincero muito obrigado.

Participaram da ocorrência empregados da Divisão de Estações e Segurança, Agentes e Inspetores de várias estações, Vigilantes Patrimoniais e empregadas da limpeza da estação 114 Sul, Controladores de Operação e Polícia Militar.

Todo dia cada empregado do Metrô executa inúmeras atividades de auxílio público e se esforça para tornar menos dura a vida de quem solicita ajuda.

Vários foram e muitos ainda serão beneficiados pela presença e atitude solidária de empregados que trabalham para o bem comum de todos.

Visão de um cidadão comum.

Orgulho pelos colegas de trabalho.

Vou adaptar esse texto e encaminhar para os colegas. Vale a pena o registro.