Andei por algumas quadras próximas a minha para procurar meu carro. Queria dar o troco e ser mais esperto que meu oponente. Segui instruções que me passaram. Eles deixam o carro em algum outro lugar nas proximidades, esperam a poeira abaixar, retornam e furtam de novo o que já fora levado. Acordei às 8h, voltei cansado e derrotado às 9h30. Não quis chegar como cheguei, mas a angústia da procura parece ter colocado à prova a minha fé. Sinto que tenho pouca quando pensei em Vital e sua moto e que de um ônibus para o outro para ele aquilo era o fim, realidade que para mim seria o início. A cada estacionamento ensaiava minha reação e planejava o que faria, para quem ligaria primeiro, se cairia de joelhos ou faria o sinal da cruz. Homem de pouca fé! Pergunto para Deus se O estou decepcionando e peço perdão pela minha humana insatisfação. Procuro o meu carro e também procuro um amor que seja bom pra mim, como Frejat. O primeiro levaram de mim e o segundo parece que encontrei. Desejo encontrar o primeiro para sempre que quiser, em qualquer momento, te ver.
4 comentários:
OI Mário, nossa que triste esse roubo hein? eu fiquei louca essa semana porque perdi a chave codificada do meu carro, pensando bem, nem foi nada! caracas, tô torcendo muito pra vc encontrar o seu! beijos
Sempre poético... Fico triste pelo primeiro e feliz pelo segundo.
Deus e seus mistérios...
Estou na torcida pelos dois!
Bjuxx
Vc encontrou o melhor primo.
Com calma, tranquilidade (sempre) e foco o primeiro já já esta ai, levando o segundo pelo mundão a fora.
Vai dar certo, vai sim!
Te amo primo.
K dê vc escritor???
Saudade de ler boas coisas :-)
Bjus
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