Também não lembro de todos os livros, mas, indico abaixo os mais marcantes em comemoração ao retorno às minhas publicações (caso a preguiça não me atrapalhe e o sofá não vença).






A aversão ao computador, se é que posso chamar assim, tem me mantido longe do Blog e, esse é um dos motivos, se não o principal, para me manter afastado por tanto tempo.Não tenho tido a mínima paciência e inspiração para encarar o monitor, teclado e mouse, tamanha a proximidade diária com eles no trabalho.
Muitos textos ficaram na memória por um tempo mínimo, não o suficiente para que eu anotasse em um pedaço de papel, ou ligasse o micro para digitar o que ainda estava em seu estado embrionário, e quem sabe, um dia viria a ser algo útil ou interessante para se escrever aqui.
O trabalho nunca é demais, mas ele tem sido o suficiente para me dizer que computador é demais.
Tenho observado essa política separatista entre mim e o computador há algum tempo. Pensamentos rebeldes dão conta de que as ideias estão para realizar um motim a qualquer momento para conseguirem independência desse torpor.
Acredito que devo fazer algo para que meus dedos voltem à ativa, para que os toques no teclado libertem as ideias aprisionadas, ideias que não deveriam ter se calado tão facilmente, vítimas do ócio.
Sei que devo ceder às pressões e buscar uma conciliação amigável e, enfim, fazer às pazes com o computador, mas acima de tudo devo aprender a ser persistente e dar continuidade aos projetos que ficaram no meio do caminho: caminhadas no parque e as corridas de 5 km, estas em prol de uma boa saúde e em protesto aos males causados pelo colesterol, um futebol sem tanta velocidade, aliás, pra que correr tanto, deixem que a bola faça isso por nós e, também, escrever mais bobagens e deixar registrado para sempre o que penso.
E viva a poeira vermelha que invade tudo por aqui. Brasília está seca! E nessa época é mais ou menos assim: primeiro são os ipês roxos, depois os amarelos e por último, os brancos. As cores dos ipês se destacam ainda mais com o céu de Brasília ao fundo, de um azul infinito que só quem conhece sabe do que estou falando. Depois dos ipês brancos, por um breve período de tempo, surgem as cigarras e enfim, a chuva. . .
Não prometo nada a mim mesmo.
Não sei quando volto...
Continuo lendo...
Até breve!